terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Morre cinegrafista da Band atingido por rojão

O cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade teve morte cerebral nesta segunda-feira, (10). Ele estava internado desde a última quinta-feira, (6), após ter sido atingido na cabeça por um rojão enquanto registrava imagens de uma manifestação no Rio de Janeiro.
O cinegrafista tinha 49 anos e trabalhava havia 10 anos no grupo Bandeirantes. Ele participava da cobertura de manifestações desde que elas se intensificaram, na metade de 2013.
Neste domingo, o tatuador Fábio Raposo foi preso suspeito de ter participado do lançamento do rojão que feriu gravemente o cinegrafista. Ele concordou em ajudar a polícia a identificar a pessoa que teria acendido o artefato.
Fonte: Agência ANSA

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

PTB desiste de indicar nomes para ministério


Integrantes da Executiva Nacional do PTB decidiram nesta quinta-feira, 6, que não irão mais indicar nome para compor o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) na reforma ministerial deste ano. Decisão se dá um dia após o PMDB da Câmara se rebelar contra o Palácio do Planalto e em documento também tomar a mesma iniciativa de não querer indicar um nome para integrar a equipe do atual governo.

"O PTB abre mão da indicação. Não foi chamado oficialmente mas se for não vai indicar", disse o presidente nacional do PTB, Benito Gama. Na dança das cadeiras da Esplanada dos Ministérios, ele estava cotado para assumir o ministério do Turismo. Segundo Benito Gama, a decisão foi tomada após consulta por telefone com outros integrantes da Executiva Nacional do PTB. Apesar de abrir mão da indicação, Gama afirma que a legenda continuará apoiando a candidatura à reeleição da presidente Dilma. 247

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Eduardo e Marina Silva: Juntos e desafinados

 Três meses depois de anunciarem que estariam juntos em 2014, Eduardo Campos e Marina Silva ainda não conseguiram a sintonia fina.

Marina tem estado desestimulada com sua postura. Campos até agora não teria incorporado o discurso de um candidato que, para ela, representaria novos conceitos políticos.
O.k., Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar não topou ser o “Meirelles da Dilma”. Nem por isso o governo desistiu de ter no Ministério do Desenvolvimento alguém com este perfil. Em resumo, Dilma quer algum empresário ou executivo de prestígio junto aos pares. (Lauro Jardim - VEJA)