sexta-feira, 31 de julho de 2015

Vale do Catimbau, cadê o asfalto daqui?, o gato comeu, cadê os sinais da Tim e da Vivo? o ventou levou.


http://2.bp.blogspot.com/-CC_4ny3c-ys/VbmllUihCQI/AAAAAAAAX74/L41q4eTRzjU/s640/
Quando no dia  30 de março de 2014  foi assinada a ordem de serviço da pavimentação da Rodovia que liga a cidade de Buíque ao Vale do Catimbau,  pelo então governador do estado na época Eduardo Campos, por um momento toda  população que depende da estrada para transitar por um momento se sentiu vista e valorizada com a tão sonhada obra que viria beneficiar além da população toda cadeia turística que envolvia uma das sete maravilhas de Pernambuco o “Vale do Catimbau”
Como tudo parecia belo com uma promessa falsa que seria iniciada a obra com todo mecanismo  voltado para beneficiar o município através das facilidades do acesso  pelos turistas em suas visitas ao Vale  para  uma alegria que mais tarde  viria a se tornar  num  verdadeiro pesadelo  que começou quando a empresa  que ganhou a licitação para executar as serviços  retirou suas maquinas  abandonando por completo as obras.
http://1.bp.blogspot.com/-rUJjpGqnoaM/VbmnDA38lkI/AAAAAAAAX8E/u8uYVQ0jmZM/s320/Porém como tudo que se projeta para o vale se transforma em pesarosos sonhos assim como o tão sonhado asfalto, sinal  das operadoras  Tim e  Vivo  por mais que suas obras  fosse iniciadas  pelo que  tudo indica se depender da boa vontade do governo do estado  ou das operadoras de telefonia móvel, tudo não passará de  mais  uma ilusão tendo  apenas o seu começo e nunca seu fim.

Como  asfalto e sinal de celular não é de responsabilidade do poder publico municipal, por falta do empenho de algumas lideranças politicas que não mobilizam a população para reivindicarem o que de fato tem por direito cobrando das autoridades competentes soluções que venha de encontro com suas necessidades deixando de assistir  de camarote  os transtornos  causados a população por trefegarem numa estrada que estar cada vez mais intransitável  pelo fato da estrada   com  esse  período chuvoso ter se transformado num verdadeiro lamaçal cheio de obstáculos  nos 12 quilômetros  que dão acesso ao mais importante Sitio Arqueológico do estado de Pernambuco.   

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